Os primeiros 30 dias de repercussão na mídia do livro POVO DE DEUS

As entrevistas para a rede DW Brasil e para o podcast Caravelas + Ideia foram seguidas por publicações nO Globo, Estadão, Folha de SP, Carta Capital, My News e Headline BR. A repercussão incluiu ainda uma apresentação para o think tank República do Amanhã, um comentário durante culto da Primeira Igreja Batista do RJ e uma live com o pastor Levi Araujo.

A seguir estão algumas das publicações que repercutiram o lançamento do livro POVO DE DEUS Quem são os evangélicos e por que eles importam

04/OUT A primeira menção ao livro apareceu na coluna de Lauro Jardim em O Globo:

Com apresentação de Caetano Veloso (“é saudável ver retratado em estudo cuidadoso o clima de honestidade dos fiéis que não podem ser confundidos com descaminhos éticos de certas lideranças”), o livro ajuda a entender por que em uma década os evangélicos serão mais numerosos que os católicos no Brasil.

07/OUT Foi ao ar uma conversa para o podcast Caravelas + Ideia conduzido por Cristiana Brandão com a participação do jornalista Otávio Cabral.

O bate papo é com o antropólogo digital, escritor e educador Juliano Spyer. Ele acaba de lançar o livro “Povo de Deus — Quem são os evangélicos e por que eles importam” que conta quem são os evangélicos, o que eles pensam, o que fazem, como e por que suas igrejas atraem tantos novos adeptos, e quem são eles? Não dá para perder!

08/OUT A menção feita por Lauro Jardim chamou a atenção da DW Brasil, que publicou a primeira entrevista comigo sobre o livro; material posteriormente reproduzido pela Folha de SP em 17/10.

"Igrejas evangélicas são estado de bem-estar social informal". O antropólogo Juliano Spyer aponta que elite brasileira tem uma visão “estereotipada e muito arrogante” sobre a realidade dos evangélicos, que podem superar número de católicos no país em 2032.

11/OUT O Globo foi o primeiro jornal brasileiro publicar uma entrevista sobre o livro. O material ao final foi adaptado para caber no espaço da página e tentarei disponibilizá-lo na íntegra em algum momento.

‘A esquerda não tem empatia pelo evangélico’, afirma antropólogo Juliano Spyer. Autor do livro “Povo de Deus” diz que a esquerda tem, em geral, dificuldade de lidar com a religião.

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Entrevista em O Globo

19/OUT O Estadão fez a melhor entrevista sobre o livro até o momento que, infelizmente, não saiu no jornal impresso e tem restrição de acesso ao documento digital. A jornalista Roberta Jansen leu o livro — algo difícil de se fazer em um contexto de muito trabalho em paralelo — e fez perguntas originais.

‘Um Brasil evangélico pode ser menos conservador’, diz pesquisador. Para antropólogo, classe média é preconceituosa e desconhece realidade dos pentecostais

28/10 A matéria de capa da revista Carta Capital — ainda não disponibilizada online — foi sobre o impacto das mídias novas na organização do poder entre evangélicos. Novos personagens (influenciadores) estão aparecendo como o pregador Deive Leonardo e o funkeiro cristão MC Lipi. No final das três páginas de conteúdo, uma longa menção ao meu livro:

Seja nas paradas musicais, em pequenos altares, nos grandes
palcos iluminados ou na tela do celular, o cristianismo evangélico adapta-se com facilidade aos novos tempos. É uma religião do indivíduo, da inovação, do “agora”. Mas, ao mesmo tempo, oferece acolhimento, senso de comunidade e uma bússola moral. Também se adapta muito facilmente à realidade local. “É onde elas podem pedir ajuda, é onde conseguem acesso a advogados, doações. É uma rede de ajuda mútua. O cristianismo evangélico o autoriza a ter amor próprio, se autorrespeitar, quando o contexto da vida lhe diz o contrário. Isso funciona em muitos níveis”, afirma o antropólogo Juliano Spyer, autor do livro Povo de Deus: Quem São os Evangélicos e Por Que Eles Importam. Especialista na relação entre as classes populares na internet, Spyer morou por um ano e meio em uma vila de trabalhadores na periferia de Salvador para uma pesquisa de campo, e escreveu o livro inspirado na convivência com as famílias locais. E advoga a retomada urgente do contato mais próximo e aberto com esse Brasil pobre e cristão. “Há uma generalização negativa, ou o evangélico é mercador da fé ou o coitadinho manipulado. Exigimos deles um esforço de entendimento que não estamos demonstrando.”

28/10 Os dois vídeos a seguir resultam da conversa de duas horas com os participantes do think tank República do Amanhã. No início explico por que uma pessoa que não é evangélica escreve um livro sobre evangélicos que demonstra empatia pelo tema.

Conversa com grupo República do Amanhã, parte 1, apresentação
Conversa com grupo República do Amanhã, parte 2, perguntas & respostas

28/10 Vai ao ar 40 minutos de conversa com a reporter Fabiana Novello sobre Povo de Deus. Eles destacaram: AVANÇO DA RELIGIÃO EVANGÉLICA NO BRASIL | JULIANO SPYER: “GENERALIZAÇÃO CRIA SITUAÇÃO DE ANTIPATIA”

30/10 Uma conversa de talvez uma hora para o serviço Headline BR é comprimida para 4 minutos. As questões destacadas são: por que tratamos de maneira generalizada 65 milhões de pessoas como se fossem fanáticos ou mercadores da fé, sem conhecer sobre esse assunto.

01/NOV O Pastor João Fonseca da Promeira Igreja Batista do RJ sobre o livro Povo de Deus durante o culto online. Foi a primeira vez que o livro Povo de Deus aparece mencionado espontaneamente no meio evangélico. Destaquem em uma publicação neste Medium um trecho da fala do pastor: “Geralmente quando a imprensa secular ela fala de evangélico, ela fala mal”. Este é um dos pontos de partida para Povo de Deus: por que o termo evangélico foi transformado em xingamento e associado apenas a pessoas quando elas fazem algo questionável?

Pastor João Fonseca comenta trechos do livro Povo de Deus

02/11 Um dos argumentos que defendo é o de que conhecer melhor o cristianismo evangélico aproximará líderes e evangélicos em geral que defendem e querem uma sociedade democrática e menos desigual para perto de candidatos progressistas que têm esses mesmos objetivos. O pastor batista Levi Araújo, filho de metalúrgicos nordestinos assembleianos, vem falando isso há muito tempo. Esta live pelo Instagram foi a primeira oportunidade que tive de falar com um audiência evangélica.

Live no Instagram do @prleviaraujo

Escrevi Povo de Deus para propor caminhos de diálogo que aproximem evangélicos e pessoas do meio progressista que geralmente criticam avangélicos de maneira generalizada e preconceituosa, mesmo tendo motivos para sentir desconforto. Evangélicos representam 65 milhões de brasileiros/ consumidores / eleitores que, mesmo sendo desprezados, deram um terço dos votos desse grupo ao candidato Fernando Haddad em 2018. É por isso que o diálogo com eles é fundamental e estou aberto para falar com os meus pares, que se identificam com o ideario progressista, e também com evangélicos sobre o debate proposto por Povo de Deus.

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ethnographer, digital media enthusiast and writer

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